23/06/2009

Seguros para aventura e cruzeiros

Aventureiros ou apaixonados por cruzeiros teriam dificuldade em encontrar seguros de viagem adequados às suas prefrências turísticas alguns anos atrás. Hoje , existem planos especiais para quem vai esquiar, fazer uma trilha, escalar ou passar um tempo em alto-mar.
Esses novos produtos, em geral, seguem a linha dos seguros convencionais: protegem contra acidentes, garantem assistência odontológica e jurídica e, em caso de morte, dão direito a indenização para o parente indicado, além de cobrir imprevistos como perda de bagagem. A diferença é que acrescentam outros itens no quadro de benefícios.
A Global Assistance Travel, por exemplo, tem um seguro de aventura que cobre a maioria dos esportes radicais. Mas há regras específicas. No caso do montanhismo, o turista não pode passar dos 6.000 pés de altura (cerca de 1.828 metros) para usar o serviço.
Já o plano preparado para quem gosta de neve vale para modalidades como o esqui e o snowboard. Mas exclui o luge e o bobsled, esportes de inverno em que os atletas escorregam em pistas de gelo com trenós em alta velocidade.
O interesse por planos específicos acompanha também o crescimento do setor - a procura por seguros de viagem foi de 30% maior no último ano.
Em São Paulo, a corretora Kalassa começou a vender seguros de vida que cobrem esportes radicais em 1998. O proprietário, Paulo Kalassa, resolveu praticar pára-quedismo e precisava de um plano às suas necessidades.
Hoje com cerca de 550 clientes, a empresa só vende seguros para viagens de aventura se o interessado não for participar de competições que envolvem prêmios em dinheiro.
No caso dos cruzeiros, o seguro pode ajudar a pagar serviços médicos a bordo, geralmente caros.
O preço de uma consulta simples pode chegar a US$ 200, dependendo do navio.
Os planos dão outros benefícios. A Assist Card lançou, o cartão Cruiser, que grante reembolso de até US$ 2.000 caso o passageiro cancele a viagem. A cobertura também inclui indenização caso o passageiro tenha de deixar o navio no meio do passeio - mas apenas em caso de doença ou de falecimento de parentes ou de intimação oficial para depor.
O plano dá ainda garantia de US$ 500 para o embarque. Ou seja, o turista que perder a saída do navio tem hospedagem e transporte até o próximo ponto de parada da embarcação.
O cartão custa entre R$ 36,80 e R$ 73,60 para viagens de 3 a 10 dias, em cruzeiros em águas nacionais ou no exterior.
No caso da assistência médica, o seguro da Assist exige que o passageiro espere para ser atendido em terra. As emergências podem ser sanadas no navio, com pedido porterior de reembolso. Para os outros serviços, a empresa mantém uma central de atendimento.
A maior pare dos turistas compram o seguro nas agências de viagens, geralmente o preço do serviço é incluido no valor final do pacote. Também são as agências que orientam para o melhor tipo de seguro para cada roteiro.

18/06/2009

CUSCO = UMBIGO


Aproveitando o post abaixo ... vamos falar sobre Cusco!!!!!!!!!

Centro magnético do planeta, Cusco, em quéchua (língua indígena), significa "umbigo ou centro do mundo" e está a 3.360 metros de altitude. Conta o mito de que a capital foi fundada por Manco Cápac e Mama Ocllo, filhos do deus Sol que sairam do lago Titicaca com a missão de achar um lugar que fosse o centro de um grande reino. O casal chegou ao Cusco e ensinou a arte do tecido, cerâmica, jóias e da agricultura para os seus primitivos habitantes. O mito retrata a importância ritual do Cusco, mas esquece dos seus antecessores como os habitantes de Marcavalle (1000 aC), ou os estabelecimentos Huari (750 dC).
Os quichuas, cujo soberano era o Inca, não tinham sido originários do Cusco, senão que chegaram à área no ano 1200 dC. A sua presença levou batalhas e alianças com outros povos, finalmente estabelecida uma incontestável posição dominante no vale o que foi seguido por uma contínua expansão para outras áreas da região andina. Com a conquista, 23 de março de 1534, procedeu à fundação da cidade espanhola. A chegada de uma nova cultura transformou os templos e palácios incas em casarões coloniais e igrejas. A cidade foi gradualmente a tornar-se num símbolo da miscigenação, não só arquitectônica, também cultural.
O Cusco incaico é do século 15 e atribui ao inca Patacútec (conhecido como " o melhor dos incas") a construção dos principais edifícios da cidade, destacando o fino talhado das pedras e a perfeita união entre elas, sem o uso de qualquer massa de união. As pedras têm encaixe perfeito e ângulos que ultrapassam ao quatro conhecidos de um quadrado. As portas trapezoidais também são um show à parte.
Na parte alta estão a fortaleza de Sacsayhuanán, o Korikancha (templo do sol - sobre o qual foi edificado o convento de Santo Domingo, e na Rua Hatun Rumiyoc, um muro inca que inclui a célebre pedra com 12 ângulos, usada para garantir a estabilidade em caso de terremotos, comuns no País.
Para os turistas que chegam à cidade com cara de vilarejo, é necessário um período de adaptação, levando-se em conta a altitude. No primeiro dia é necessário muito descanso,consumo de alimentos de fácil digestão e a ingestão de muito, mas muito mate de coca. Depois é só aproveitar para conhecer essa localidade, cujo sincretismo é destacado em suas igrejas. A catedral da cidade deixa qualquer um de boca aberta pela sua magnitude e riqueza.
Cusco conta com uma população local de 420 mil habitantes espalhados pela região e recebe cerca de 1 milhão de turistas no ano. Aqui vai dicas de alguns hoteis: Hotel Monastério, Libertador Summit Hotel, Novotel, Picoaga Hotel e Jose Antonio Hotel Cuzco.
É interessante explicar que o nome da cidade, grafado internacionalmente com"Z" (Cuzco) é na verdade com "S" . Como no Brasil, que os estrangeiros conhecem como "BRAZIL" . A secretária de Turismo do Peru está com um trabalho de divulgação para corrigir o nome que deverá ser grafado em qualquer lugar do mundo com "S".
Entre os inúmeros restaurantes disponíveis, uma dica é o novíssimo Incanto, localizado na Avenida do Sol, a principal da cidade. Conta com um cardápio variado, que contempla a gastronomia típica e também massas e pratos interncaionais tradicionais. Na casa é possível degustar vinhos peruanos premiados.

Curiosidades

Pizarro foi fundador de Lima

Francisco Pizarro (1478-1541) foi um conquistador espanhol que viajou através da costa americana do Pacífico, ao longo de onde se situa o Peru. Ele descobriu o Império Inca e o conquistou brutal e rapidamente se apoderando de imensas quantidades de ouro, prata e tesouros. Pizarro desembarcou na Baía de San Mateo em 1532 e chegou a Cajamarca em 1533, onde capturou Atahuallpa, o 13º e último imperador inca.
Atahuallpa convidou Pizarro para uma celebração, pensando que os espanhóis não eram ameaçadores. O espanhol amboscou Atahuallpa e matou milhares de seus homens e estrangulou Atahuallpa em 29 de agosto de 1533. Este era o fim do Império Inca. Despois de saquear e destruir a capital Inca, Cusco, Pizarro fundou Lima (que ele chamava cidade dos reis) e ali foi assassinado em 1541, por seguidores de Pedro de Almargo, que queria conquistar Lima por conta de seus tesouros.

17/06/2009

Tipos de cerimoniais



Todos nós conhecemos o cerimonial católico, na igreja, padre, noivo e padrinhos entram primeiro, depois um cortejo para a entrada triunfal da noiva e as daminhas ou os pagens no momento das alianças. Claro que isso não é obrigado a seguir, muitas noivas criam suas entradas conforme mais lhe agrada. Mas segue uma tradição.
Por curiosidade, vou postar alguns cerimoniais diferentes:

CERIMONIAL JUDAICO
Realizada em uma sinagoga, sala de recepção ou mesmo ao ar livre, a cerimônia judaica é um ato religioso em que o noivo e a noiva, mutuamente, proferem um juramento, uma santificação. O ato começa com os pais conduzindo os nubentes ( noivos) ao chupah ( uma espécie de tenda cerimonial, que representa o primeiro lar dos noivos), onde já está o rabino para recebê-los. Um cantor, o chazan, dá as boas-vindas ao futuro casal com canções tradicionais em hebraico.
A noiva veste branco e porta um véu, colocado sobre sua cabeça, antes do casamento. Antes do rito, ela dá sete voltas ao redor do noivo, fazendo referência a um versículo messiânico que diz que a esposa deve "cercar" o marido. O rabino dá início às bênçãos de consagração com presença de testemunhas, abençoa os anéis a serem trocados e as duas taças de vinho que serão tomadas pelo casal durante a cerimônia.
O rito segue sua ordem. Os noivos bebem da primeira taça e, nesse ponto, o casamento é efetuado. O anel é colocado no dedo indicador da mão direita da noiva e, mais tarde, transferido para anular da mão esquerda. Nas cerimônias ortodoxas, o homem não usa aliança, enquanto que, na tradição conservadora, o uso é popular.
Logo após, o futuro esposo profere a promessa de casamento e duas testemunhas assinam o contrato do matrimônio.
Na segunda parte da cerimônia, é feita a leitura de um contrato escrito em aramaico, chamado Ketubah, que descreve as responsabilidade dos noivos. Logo após, eles bebem a segunda taça de vinho, passando a ser considerados marido e mulher. A bênção da segunda taça é a primeira das setes que ocorrem durante o casamento. Ao final da cerimônia, como parte do ritual, uma taça, envolta em tecido branco, é quebrada pelo noivo com os pés, simbolizando a destruição do templo de Israel e remetendo ao fato de que, caso a união se quebre, será muito difícil reunir os cacos. O rabino dá a bênção final e os convidados permanecem na sinagoga até que o casal tenha saído.
O cortejo de entrada para uma cerimônia judaica varia de acordo com o local de instalação do chupah . segundo o livro " Cerimonial de Casamento", de Maria de Lourdes Wolff, para garantir um toque mais requintado á ocasião, a dica é o padrinho entrar primeiro. Logo após, o noivo (ao centro), ladeado pelo pai (à esquerda) e a mãe (à direita). Na sequência, vem a madrinha, um ou mais pajens e daminhas e , por fim, o pai da noiva (à esquerda) , a noiva (ao centro) e a mãe (á direita). O cantor que pronuncia os louvoures pode estar no altar, ao lado do rabino, para recepcionar o futuro casal, ou entrar antes da noiva, entoando um cântico de boas-vindas. No huppá, a noiva, seus pais e a madrinha ocupam o espaço á direita da porta de entrada, enquanto o noivo, seus pais e o padrinho ficam do lado esquerdo. No cortejo de sáida, os nubentes se dirigem ao corredor central, seguidos pelos pais da noiva, do noivo, pelos padrinhos e pelo rabino. Durante o período em que permanecem no templo, os homens devem usar solidéu - também conhecido como quipá - em sinal de respeito ao lugar sagrado.

CERIMONIAL ORTODOXO
O casamento ortodoxo pode ser celebrado por um ou vários padres. A cerimônia, cantada em grande parte, está baseada em um antigo ritual bizantino, presente nos trajes e paramentos dos sacerdotes.
O ofício se divide em duas partes: o enlace do casal e a coroação. A primeira tem como ápice a troca de alianças, abençoadas e colocadas pelo celebrante nos dedos dos noivos. Ao contrário do costume brasileiro, para os ortodoxos, a aliança no dedo anular da mão direita indica casamento e na esquerda, noivado.
Na segunda parte da cerimônia, o sacerdote faz a coroação dos noivos, serve vinho a eles e os conduz em três voltas em torno do analói, mesa onde estão dispostos o Evangelho e a Cruz. De volta ao lugar, o casal recebe a bênção final, beijando o Santo Evangelho.
Na cerimônia ortodoxa, o cortejo e a disposição do altar são semelhante aos da igreja católica.

CERIMONIAL EVANGÉLICO
Sao poucas as diferenças encontradas entre o casamento realizado na igreja católica e nos templos evangélicos. Uma delas diz respeito ao juramento, que, neste tipo de celebração, é substituído pelo " compromisso" , uma etapa que não conta com ritual, o que dá maior liberdade para o pastor se expressar, para escolha das músicas e a realização de homenagens. A troca de alinaças confirma o desejo da união.
A ordem de entrada dos noivos, dos pais e dos padrinhos no local da cerimônia ocorre da mesma forma que na igreja católica.
É de praxe os familiares dos noivos não permanecer no altar, mas em bancos reservados próximos a este. No caso de optarem por um posicionamento junto ao casal, segue-se a regra: noiva ao centro, com o pai e os padrinhos á sua esquerda. A mãe fica mais à frente, do mesmo lado, alinhada com a mãe do noivo (do lado direito). Na área restrita ao homem (direita), estão também os padrinhos e o pai, que fica um pouco mais à frente, próximo à linha do pastor. Pajens, damas se postam nos cantos do altar, valendo a mesma conduta: esquerda para meninas e direita para os meninos.

CERIMONIAL BUDISTA
Considerado um sacramento, o matrimônio , na religião budista, é ministrado pelo abade ( ou oficiante) no templo. Vários toques de sinos anunciam a ocasião e dão início à cerimônia. No altar, onde se encontra a figura de Buda, só é permitida a presença do noivo, que fica do lado esquerdo, da noiva, à direita, e dos padrinhos, que considerados testemunhas do acontecimento, permanecem atrás do casal.
Um dos rituais mais significativos dessa cerimônia é o san-san-kudo , ou três-três-nove em portugês. Nele, o saquê, que é mantido em um bule, é derramado dentro de uma taça pequena. O noivo, então, bebe o líquido em três doses. Depois, mais bebida é colocada na primeira taça, para que a noiva faça o mesmo. Esse procedimento é repedito com outras duas taças e simboliza que a partir daquele momento, o casal compartilhará a mesma vida, experiência, o espaço e tudo o que é comum.
Outro momento importante é quando o oficiante entrega os rosários de 108 contas aos noivos e os coloca na mão esquerda de cada um. "São 108 portais para iluminação. Cada obstáculo é um portal a ser superado", explica a Monja Coen Murayama, missionária oficial da tradição Soto Shu - Zen Budismo.
No final da celebração, todos os presentes fazem um minuto de silêncio e mentalizam a harmonia e a felicidade dos noivos.

CERIMONIAL AFRO
Cantos e muita dança, ao som de atabaques, marcam a celebração de um casamento afro, no qual, raramente, os rapazes e as moças escolhem os próprios parceiros. Essa "função" cabe aos Orixás e ancestrais, que são consultados quando os jovens decidem se unir.
Segundo Iya Sandra Epega, membro do Conselho Religioso do Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-brasileira, antes da celebração, é realizado um cortejo de mulheres, que leva a noiva, acompanhada pelo pai ou pelo homem mais velho da família, a um mercado e percorrem-no com cestas vazias na cabeça. Em seguida, passam pelo comércio local, onde os vendedores presenteiam-na com produtos. Isso acontece porque a distribuição e o ato de compartilhar o "sagrado" são imprtantes.
Seguido a tradição, uma mulher lava os pés da noiva e a toalha é entregue à sogra. Depois, a noiva é entregue ao noivo pelo homem mais velho da família. Na sequência, são feitos elogios aos dois e é pago o preço pela noiva, que pode ser um dote real, como terreno, gado, jóias ou apenas uma brincadeira. Em seguinda, o casal assume quatro grandes obrigações : ayo (alegria) , imoron ( conhecimento) , imoye (sabedoria) e suru (paciência).
São realizados outros rituais e leituras de textos e , por fim, a grande festa. "A partir de então, o casal tem a obrigação de ficar junto, trabalhar, ter filhos e criar bem essas crianças, uma vez que a união do marido e da mulher prevê descendências e toda a família aguarda por isso", explica Sandra.

Muralha de Lugo


A única muralha romana do mundo de pé em sua totalidade teria muito para contar. São quase 2mil anos de história, vividos em tempos áureos e outros nem tão prósperos. Sinônimo de proteção no passado, hoje a Muralha de Lugo é o tesouro arquitetônico da Galícia.
Declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 2000, o monumento surpreende pela grandeza e pela conservação - são 2,2 quilômetros de muros de 10 metros de altura e 6 de largura, construídos em ardósia e granito. A parede foi erguida pelos romanos no século 3º para proteger Lugo, uma das cidades mais ricas da região, fundada 15 anos depois de Cristo. E o monumento esconde preciosidades intramuros.
Lugo está no interior da Galícia, a cerca de 100 quilômetros de Santiago de Compostela. Os portões, que há muito tempo já não se fecham mais aos viajantes (hoje são dez entradas, ante as quatro originais), convidam ao conhecimento e à diversão. Três horas são suficientes para um passeio proveitoso.
Não deixe de andar sobre os muros, como faziam, diariamente ao meio-dia, os sacerdotes que viviam na cidade no século 18. de cima é possível ter uma boa noção da grandiosidade da obra e do contraste entre a cidade moderna e a antiga. O acesso é livre e por meios de rampas e, em dias ensolarados, o passeio fica ainda mais prazeroso.
Lá embaixo, o passado da velha Lugo também se revela em cada vila. Ainda hoje são descobertas ruínas da cidade antiga no meio de uma nova obra. Muitas delas estão conservadas e o turista pode visitá-las. Normalmente, essas construções ficam no subsolo dos prédios, como a Casa dos Mosaicos, onde é possível ver pisos e paredes das casas dos romanos endinheirados. Legados da arquitetura barroca, gótica e romana convivem lado a lado. Vale visitar também a Igreja de São Francisco e o Museu Provincial, com interessantes peças romanas.
No auge do Império Romano, viver na cidade intramuros era para poucos abastados. Com a queda do império, Lugo empobreceu e as casas dos nobres começaram a dividir espaço com hortas e casebres. Hoje, viver dentro da muralha virou novamente sinônimo de status. As vielas são cheias de lojas, bares e restaurantes, onde a vida noturna é bastante animada.

Anote na agenda:

Casa dos Mosaicos: www.lugo.es
Catedral de Santa Maria e Museu Provincial: www.museolugo.org

10/06/2009

Quero viajar...mas to sem grana

Essa vai para os turistas de bom gosto, mas com pouco dinheiro no bolso, para não passar vontade nas principais cidades do mundo. Aqui vai algumas dicas de barganha, com opções gratuitas em destinos turísticos cobiçados. Confira:

  • NOVA YORK
Para ver de perto um dos principais cartões-postais da Nova York, embraque na Staten Island Ferry (www.siferry.com). O barco passa na frente da Estátua da Liberdade quando cruza o canal. Outro passeio obrigatório em Manhattan é o Metropolitan Museum of Art ( www.metmuseum.org). Com acervo de mais de 2 milhões de peças, a instituição sugere o valor de US$ 20 por adulto, mas isso não impede que você deixe apenas alguns centavos - ou nada mesmo - sem maiores constrangimentos. O museu funciona das 9h30 às 17h30, de terça a quinta e aos domingos. Sexta e sábados, só fecha às 21h.

  • SÃO FRANCISCO
Conheça a interessante história dos bondes nessa cidade californiana - o primeiro modelo foi testado no distante ano de 1873. NO Cable Car Museum (www.cablecarmuseum.org), você pode ver bondes antigos e saber curiosidades desse meio de transporte. O museu abre diariamente, das 10h às 18h. De julho até o fim de outubro, ocorre por lá a Chinatown Night Market Fair, sempre aos sábados. A festa inclui vendedores nas ruas, danças folclóricas, música e artes marciais.

  • BUENOS AIRES
O Cemitério da Recoleta, inaugurado em 1822 no bairro do mesmo nome, abriga túmulos de grandes personalidades argentinas, como Evita Perón ( 1919-1952). A tumba da "mãe do pobres" recebe multidões de turistas diariamente. O cemitério funciona das 10h às 17h, todos os dias. Também há visitas guiadas, sempre no último domingo do mês.

  • PARIS
O Museu de Moda de Paris (www.galliera.paris.fr) foi inaugurado em 1977 e conta a história do vestuário por meio de um acervo com mais de 90 mil peças. FUnciona de terça a domingo, das 10h às 18h. No meio do bairro dos estudantes, o Quartier Latin, você pode curitir o Jardim de Luxemburgo, construído na frente do palácio de mesmo nome. Não é raro topar com um concerto ao ar livre, para incrementar o passeio.

  • LISBOA
Com peças de ouro e instrumentos usados para moldar o nobre metal, o Museu da Ouruvesaria (www.museudaourivessaria.com) funciona de segunda a sexta das 10h às 12h30 e das 14h30 às 19h. Aos sábados , o museu fica aberto das 10h às 13h.

  • BERLIM
A visita ao Reichstag, o Parlamento da capital alemã, é obrigatório e é free! Ele foi construído no fim do século 19, tem 23,5 metros de altura e possui uma vista privilegiada de Berlim. Na cidade de Dachau, você pode conhecer o primeiro campo de concentração alemão, ativado em 1993. O local funciona de terça a domingo, das 9h às 17horas.

  • DEMAIS DICAS
Em Londres e em Nova York existem locais especializados em vender ingressos para musicais em cartaz por metade do preço. Em Londres procure o Official Half Price Ticket Booth (www.lsbo.co.uk). Em Nova York, os pontos de venda fica no Metro Tech Centre, esquina da Jay Street com a Mytle Street.
Comprar um Welcome Card, também conhecido como cartão de desconto, pode ser uma boa em algumas capitais. Com ele o turista consegue algumas vantagens e gratuidade em atrações. Acesse os sites:
www.londonpass.com
www.parisinfo.com
www.barcelonaturisme.com
ww.askmelisboa.com

As passagens de trem e avião é bom compra com antecedência. Na Europa, procure pelas empresas de baixo custo, segue os sites:
www.easyjet.com
www.ryanair.com
www.vueling.com

Em metrôs, evite os bilhetes unitários. Na maioria das capitais há descontos para tíquetes múltiplos. Outra boa é adquirir o bilhete único deles. Em Londres, com o Oyster Card (www.tfl.gov.uk/oyster), a redução pode ser de metade do valor da tarifa do metrô, dependendo da linha utilizada.

Dia dos Namorados


O dia dos namorados cairá na sexta, logo após do feriado de Corpus Christi, e muitos casais aproveitam para viajar.
No Brasil e exterior existem vários lugares românticos e muito requisitados pelos casais. Para quem gosta do Nordeste alguns roteiros são: Arraial D'Ajuda, Costa do Sauípe, Ilha de Comandatuba, Itacaré, Natal ( Praia dos Touros) , Praia do Espelho /BA, Praia do Forte.
No Sul as boas dicas são; Ilha do Papagaio, Ponta dos Gaúchos, Serra Gaúcha e Florianópolis. No Sudeste a boa é procurar hoteis e pacotes turísticos. Angra dos Reis e Petrópolis, também são boas opções.
Mas se o casal ta com a grana curta, podem optar por passeios mais próximos, em Brotas, Cunha, Santo Antônio do Pinhal, Ilha Bela - todas no Estado de São Paulo - Monte Verde (MG) e Gonçalves (MG) . São opções mais em conta.

FELIZ DIA DOS NAMORADOS